Momento lúdico em eventos da FGJ, Festival cumpre papel importante aos futuros judocas gaúchos

Já pode se dizer que é uma tradição da Federação Gaúcha de Judô. Há alguns anos, o chamado festival foi incorporado à programação das competições, sendo realizado de forma recorrente ao longo do ano. É um momento único, no qual aquele ambiente de disputa dá lugar a um período acolhedor e lúdico, tot
Já pode se dizer que é uma tradição da Federação Gaúcha de Judô. Há alguns anos, o chamado festival foi incorporado à programação das competições, sendo realizado de forma recorrente ao longo do ano. É um momento único, no qual aquele ambiente de disputa dá lugar a um período acolhedor e lúdico, totalmente voltado às crianças.
Ao quebrar um pouco a tensão típica de um torneio, que vale medalhas, pontos ou em determinados momentos até classificação para eventos maiores, o festival abre espaço a um novo público do judô. Através da pedagogia do esporte, ajuda a renovar a modalidade no estado, tornando aquela esfera criada nos ginásios algo ainda mais acolhedor ao público infantil, ainda em suas primeiras disputas.
“Entendemos que é de grande responsabilidade essa iniciação, promovendo um ambiente que seja acolhedor e contributivo para o desenvolvimento das crianças”, explica o presidente da FGJ, Luiz Bayard. “Por isso que temos questões lúdicas, como o mascote, e o aquecimento conjunto. Tem por finalidade, além da parte fisiológica, também quebrar o gelo e a possibilidade de interação entre as crianças.”
Desde 2025, a FGJ conta com um mascote pensado exatamente para essas ocasiões. Trata-se do Querodoka, nome que vem em alusão ao quero-quero, ave típica do RS. É ele um dos coordenadores do aquecimento, não raro acompanhado da gerente geral da FGJ, a atleta olímpica Maria Portela.
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Com diversão e atrações, além do esporte, o festival abre os caminhos para os novos judocas ingressarem no ambiente de disputa, ainda com regras flexíveis para tornar aquele momento especial e marcante. “Todas as crianças participam de pelo menos duas lutas. Adaptamos as regras para que possamos promover uma iniciação ao mundo competitivo de uma forma sadia”, conta Bayard.
O Festival, a partir dessas elaborações, cumpre com uma das metas da gestão da FGJ, compreendendo o papel filosófico e social do judô além do esporte, como também para a sociedade. “Tratamos com muito carinho e respeito o Festival”, conclui o presidente da FGJ.
A próxima edição do Festival ocorre neste sábado, durante o Campeonato Metropolitano, em Sapiranga. Pequenos judocas de 17 equipes diferentes já confirmaram a sua presença.
Esta notícia foi agregada de Federação Gaúcha de Judô.
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